Junho 2023: Olivais reencontrou Santo António (2001-2005)

A capa é dedicada os anos em que Frei Eliseu foi pároco em Santo António dos Olivais, tendo reintroduzido a procissão de Santo António. No interior duas páginas “in memoriam” evocam “Frei Eliseu, uma vida ao serviço da Igreja em Portugal”. A contracapa é dedicada às palavras do cardeal Parolin que encerrou a peregrinação de maio onde sublinhou que “o futuro de Deus é sempre um futuro de paz e de esperança”.

Nas páginas centrais voltamos à caminhada sinodal em curso que entra numa fase decisiva. “Decisiva porque agora exige-se que se comecem a tirar consequências concretas do caminho já percorrido, envolvendo todos os cristãos na renovação da Igreja, para que ela possa ser mais fiel à sua missão e identidade e para que possa ser igualmente polo transformador do mundo e das sociedades, de modo a enfrentar, como humanidade fraterna, os desafios que nos interpelam”.

Idalino Simões reflecte sobre a recente Visita Apostólica do Papa à Hungria e Juan Ambrosio relembra-nos a urgente necessidade de “Dialogar com amabilidade”.

Continuam as catequeses para os jovens com o tema “Tenho medo de sonhar”, Pedro Teotónio apresenta mais uma curiosidade sobre “Santo António da Charneca”, Frei Antonio Ramina fala-nos do alerta de Santo António contra as “pessoas que sabem tudo” e temos ainda uma crónica sobre a geminação de Coimbra e Narni, cidade natal dos mártires de Marrocos.

No mês de junho o patrono da JMJ 2023 em destaque só podia ser Santo António, que se apresenta na primeira pessoa. Miguel Panão parte “Em busca da Trindade perdida”, Joana Cavalcanti traz-nos mais uma crónica “O meu Amigo mendigo e a rosa do deserto” e os jovens sem tempo procuram a melhor forma de lidar com a “4ª dimensão”.

Temos, ainda, Medo da Liberdade, em “Livros”, Mal Viver / Viver Mal, o díptico de João Canijo, em “Cinema”.

O editorial lembra-nos que o cristão é sempre pacifista, porque está pacificado no íntimo do seu ser, porque vê a história e os homens de forma diferente, exatamente como Deus os vê. Por isso, nunca desanima de ser artesão da paz, como o foi Santo António. Boas Leituras…

Foto da Capa: Frei Eliseu, pároco em Santo António dos Olivais de 2001 a 2005, reintroduziu a procissão de Santo de António. Fotos de 2002 e 2003.

%d bloggers like this: