Quem somos

A revista “Mensageiro de Santo António” é propriedade e edição da “Associação Mensageiro de Santo António”, criada pela Ordem dos Frades Menores Conventuais.

Estatuto Editorial

(Em cumprimento das disposições legais em vigor: Lei nº 2/99, “Lei de Imprensa”, de 13 de janeiro)

1 O MENSAGEIRO DE SANTO ANTÓNIO é uma revista de periodicidade mensal, de informação geral, que tem como objectivo prioritário tratar a atualidade portuguesa à luz da herança cultural do primeiro português de dimensão universal: Fernando de BuIhões, Santo António de Lisboa.

2 As páginas do MENSAGEIRO DE SANTO ANTÓNIO estão abertas a todas as áreas da vida atual, da política ao desporto, da economia à religião, sempre numa dimensão de respeito pela dignidade humana, com forte componente de informação regional, centrada no eixo Coimbra-Viseu.

3 O MENSAGEIRO DE SANTO ANTÓNIO assume com particular empenho o facto de ser meio de contacto entre os portugueses residentes em Portugal e os que se encontram espalhados pelo Mundo. Também os naturais dos países africanos de língua oficial portuguesa, unidos a nós por séculos de história co­mum, estão na primeira linha das preocupações editoriais da revista.

4 O MENSAGEIRO DE SANTO ANTÓNIO estimula nas suas páginas o debate de ideias, numa perspectiva de formação global do ser humano. Ao mesmo tempo, quer através de iniciativas próprias, quer apoiando projetos de outras instituições, pretende assumir-se co­mo espaço de referência das publicações portuguesas de inspiração cristã.

5 O MENSAGEIRO DE SANTO ANTÓNIO – através de secções permanentes, que vão desde a leitura da situação do homem na sociedade em que vivemos até ao acompanhamento regular dos acontecimentos da cultura – está atento à realidade portuguesa, fornecendo dados que permitam ajudar o leitor a lê-la e contribuindo para formar uma autêntica opinião humanística.

6 O MENSAGEIRO DE SANTO ANTÓNIO assume finalmente o compromisso de “respeitar os princípios deontológicos da Imprensa e a ética pro­fissional, de modo a não poder prosseguir apenas fins comerciais, nem abusar da boa fé dos leitores, encobrindo ou deturpando a informação”.