Maximiliano Maria Kolbe

CONVITE
Lançamento do Livro

No dia 12 de setembro, às 17h00, tem lugar, na Igreja de São Maximiliano Kolbe, Chelas, Lisboa, o lançamento do livro Maximiliano Maria Kolbe, mártir por amor, da autoria de Fabrizio Bordin, pároco da paróquia de São Maximiliano Kolbe.

O livro é, por um lado, um presente de despedida à comunidade que acarinhou, dinamizou e ajudou a crescer na fé e na caridade, durante os últimos 12 anos, e, por outro lado, um desafio à comunidade, que agora deixa, para continuar à acolher os desafios da vida e do testemunho do seu Santo Padroeiro, cujas coordenadas de ação para o futuro Frei Fabrizo sintetiza em três palavras: Maria, Missão e Família.

O livro lê-se com paixão e o estilo é cativante. Fica aqui a Introdução feita pelo próprio Frei Fabrizio, ao mesmo tempo que convidamos todos a participar na apresentação, no dia 12, aproveitando, deste modo, para conhecer melhor este santo franciscano do século passado, cujo exemplo e inspiração tanto precisamos no presente século.

Maximiliano Kolbe

Mártir por amor
Frei Fabrizio Bordin

Introdução

Viver numa paróquia com o nome de São Maximiliano Kolbe e não ter nenhuma biografia do testemunho de vida deste Santo, que iluminou o inferno de Auschwitz, é uma falta muito grande. Daí o desejo de recolher, de forma simples e imediata, alguns apontamentos destinados sobretudo a leitores que compõem a atual comunidade paroquial de São Maximiliano Kolbe, em Lisboa, e a todas as pessoas que usufruem ou promovem os serviços caritativos e sociais do Centro Social e Paroquial de São Maximiliano Kolbe.

Aproveitei o tempo desacelerado da pandemia para assinalar os 80 anos do martírio deste franciscano conventual, com uma simples e acessível publicação.

Quem não conhece o ato heróico de Maximiliano, que ofereceu a sua vida em troca da de um pai de família, no campo de concentração de Auschwitz, em agosto de 1941? Contudo, é suficiente este episódio exemplar para exaltar a figura de São Maximiliano?

O que tem de original e santa a vida deste «patrono do nosso difícil século [XX]» (João Paulo II)? Mais, sabem os nossos leitores que Maximiliano Kolbe foi um franciscano bastante original e chegou a ser um dinamizador de centenas de frades, quer na sua terra natal (Polónia), quer em terras de missão (Japão)? Por fim, quem ama São Maximiliano Kolbe não pode ignorar o segredo de todo o seu intenso dinamismo missionário: a devoção louca a Nossa Senhora. Atrevo-me a dizer que a veneração do Padre Kolbe pela Imaculada Conceição constituiu o motor de toda a sua vida e missão, tanto na primeira hora da sua vida franciscana, quando criou a associação da Milícia da Imaculada, até ao último instante no bloco 11 do campo de concentração, quando confortava com a sua palavra e oração os prisioneiros destinados à morte no bunker da fome.

Antes de falar dos seus breves, mas intensos 47 anos de vida, quero que vejam uma fotografia de Maximiliano. É uma foto a preto e branco, onde Maximiliano está sentado a jogar xadrez com os seus jovens confrades (estudantes da comunidade de Niepokalanów), tem o hábito de frade franciscano conventual, uma longa barba, óculos redondos, cabeça rapada e, sobretudo, um belo e sereno sorriso.

Com esta imagem, de um santo manso e sorridente, com traje franciscano e semblante à moda do seu e nosso tempo, vamos então conhecer Maximiliano, para o amar e para nos deixarmos inspirar por ele na nossa missão.

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