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Um sonho desfeito em pedaços

A situação atual do mundo não se abre à esperança. Consumismo, individualismo, indiferentismo marcam a nossa geração. Que significado têm hoje palavras como democracia, liberdade, justiça, unidade? As pessoas já não são vistas como um valor primário a respeitar e tutelar, especialmente se são pobres ou deficientes, se «ainda não servem» ou se «já não servem» (FT 14, 18).

A economia está doente. Os direitos humanos são desprezados e espezinhados. A violência e as guerras alastram e convivem, perante a indiferença geral. O problema dos migrantes e das fronteiras é um drama e um pesadelo. De certeza, as migrações constituirão uma pedra angular do futuro do mundo (FT 22, 40).

Apesar de tudo, caminhemos na esperança, porque ela é uma realidade enraizada no mais fundo do ser humano (FT 54, 55).

Crianças num campo de refugiados correm atrás de uma infância que lhes tem sido roubada e de um futuro que lhes tem sido negado. Primeiro pela guerra, pela pobreza e pelos conflitos gerados nos seus países de origem e depois pela burocracia europeia e pela indiferença generalizada de todos nós. A Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) estima que cerca de metade dos refugiados do mundo são crianças e que 48% dessas crianças e jovens em idade escolar não têm acesso à educação. Foto de Joana Simões Piedade, Ilha de Chios, Grécia, janeiro de 2017.

Foto da capa: Crianças num campo de refugiados correm atrás de uma infância que lhes tem sido roubada e de um futuro que lhes tem sido negado. Primeiro pela guerra, pela pobreza e pelos conflitos gerados nos seus países de origem e depois pela burocracia europeia e pela indiferença generalizada de todos nós. A Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) estima que cerca de metade dos refugiados do mundo são crianças e que 48% dessas crianças e jovens em idade escolar não têm acesso à educação. Foto de Joana Simões Piedade, Ilha de Chios, Grécia, janeiro de 2017.

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