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Domingo de Pentecostes – 12:00h

AS IGREJAS NUNCA FECHAM, PORQUE A IGREJA SOMOS NÓS.

Este domingo, regressam as celebrações com o povo.
A Paróquia de Santo António dos Olivais, em Coimbra, passa a transmitir em directo, às 12:00 horas de cada domingo, a missa dominical celebrada no adro da Igreja.

O pároco de Santo António dos Olivais, em Coimbra, dá-nos as boas vindas.

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PALAVRA DO SENHOR

Pentecostes – ANO A

Primeira Leitura: At 2, 1-11
Salmo: 103 (104)
Segunda Leitura: 1 Cor 12, 3-7.12-13
Evangelho: Jo 20, 19-23

O Espírito renova todas as coisas

O dom do Espírito, celebrado no Pentecostes, é visto pelos textos bíblicos de hoje como linguagem da comunidade cristã que consegue comunicar ad extra as obras de Deus (1ª leit.), como princípio ordenador que regula os dons e os ministérios no interior da comunidade segundo o princípio da “utilidade comum” (2ª leit.), como força escatológica que estabelece a paz na comunidade e permite aos discípulos perdoar os pecados (Evang.).

O Espírito cria relação e enxerta em Cristo as relações inter-eclesiais, inter-sociais e missionárias. Ele guia cada um e todos na comunidade, para assumirem os modos e os pensamentos de Cristo, com vista à edificação do único corpo: a Igreja. 

O Evangelho estabelece um nexo entre o Espírito Santo e a remissão dos pecados. O ressuscitado mostra aos discípulos as feridas das mãos e do peito e dá-lhes a paz e o Espírito Santo. 

Perdoar é dar através das feridas recebidas, é fazer do mal sofrido a ocasião de um gesto de amor, é criar paz com uma superabundância de amor que vence o ódio e a violência sofridos. 

(Luciano Manicardi) 

Hino ao Espírito Santo

Quem és tu,
doce luz que me preenche
e ilumina a obscuridade do meu coração?

Conduzes-me como a mão de uma mãe
e se me soltasses,
não saberia nem dar mais um passo.

És o espaço que envolve todo meu ser
e o encerra em si.

Se fosse abandonado por ti
cairia no abismo do nada,
de onde tu o elevas ao Ser.

Tu,
mais próximo de mim
que eu mesmo
e mais íntimo que minha intimidade.

E, contudo, permaneces inalcançável e incompreensível.
De Ti brota todo nome:
Espírito Santo — Amor eterno! 

(Edith Stein, Hino – Iª parte)

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