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Nota de imprensa – dezembro 2018

Mensageiro de Santo António

Revista mensal dos Franciscanos Conventuais que guardam e divulgam a herança de Santo António.

Nossa Senhora com o Menino, na companhia de São Francisco e Santo António. Igreja da Collegiata, Santarcangelo di Romagna, Itália. Óleo sobre tela, G. Melchiorre, 1755.
Nossa Senhora com o Menino, na companhia de São Francisco e Santo António. Igreja da Collegiata, Santarcangelo di Romagna, Itália. Óleo sobre tela, G. Melchiorre, 1755.

Na edição do mês passado celebrámos o Dia Mundial dos Pobres; neste celebramos Deus, que se tornou pobre para nos enriquecer!

O mundo proclama felizes os ricos e os que podem ter e fazer tudo o que querem. Deus proclama bem-aventurados os pobres e os humildes! Há algo que não bate certo nestas posições, pois elas afirmam o oposto. Onde está, então, a verdade?

Na edição de dezembro, destacamos a problemática da pobreza, pela mão da economista Manuela Silva no artigo “O pobre quem é?”. Havendo muitas e divergentes leituras sobre este problema destaca, no entanto, um denominador comum: “o pobre, homem ou mulher, criança, adulto ou idoso, nacional ou estrangeiro, virtuoso ou não, é uma pessoa com irrevogável dignidade humana, que se encontra privada de direitos fundamentais e por isso requer a escuta, a resposta e o suporte dos seus concidadãos mais próximos bem como da sociedade civil e do estado”.

Juan Ambrosio e uma equipa de colaboradores da Universidade Católica de Lisboa,termina uma série de 5 artigos mais longos sobre o tema “As mulheres na Igreja”, afirmando que, não obstante o destaque que vem sendo dado à mulher em vários documentos da Igreja, é tempo de passar das belas palavras às ações concretas, pois a presença das mulheres nos órgãos eclesiais a todos os níveis e a participação feminina nos processos de decisão eclesial é um dever de justiça, que encontra inspiração no modo como Jesus se relacionava com os homens e as mulheres do seu tempo.

Sublinhamos, também, o artigo de Inês Espada Vieira “A justiça do nome do Pai”, sobre os filhos que os soldados portugueses deixaram nas antigas colónias, onde se destaca a pergunta: “Quantos de nós, sozinhos ou nas nossas famílias, pensámos já neste assunto? E o país? Qual o dever histórico de Portugal em relação a estes filhos de portugueses?”.

Em tempo de Advento, Santo António, mestre da palavra, oferece uma reflexão sobre o Filho que nos foi dado. O Menino Jesus não é um espetáculo encantador da infância, por mais emocionante que seja, mas um apelo para imitar o Filho de Deus que escolheu a pobreza e a obediência como o único e verdadeiro caminho que conduz a Deus.

Os artigos, para além da edição impressa, estão disponíveis em https://santoantonio.live.

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