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Frei Agostinho da Cruz

Franciscano, poeta, místico…?

Agostinho Pimenta (1540-1619), mais tarde dito da Cruz, e seu irmão Diogo Bernardes (c. 1530-1596), ambos poetas, nasceram de família nobre, em Ponte da Barca.

Bernardes foi Moço de Câmara de D. Sebastião e, mais tarde, acompanhou o rei ao desastre de Alcácer Quibir. Pimenta, aos 15 anos, passou a viver em casa de um neto do rei D. Manuel, D. Duarte de Portugal (1569-1627), 2º filho do Duque de Bragança, mais tarde chamado Eduardo de Bragança. Para acalmar a situação política que se vivia no país, o então rei de Espanha e de Portugal, D. Filipe I (II em Espanha) deu-lhe o título de Marquês de Frechilla, um lugar “sem fortaleza, em terra plana e não perto de Portugal”, na Província de Palencia. Nessa altura, Duarte e Agostinho Pimenta tiveram grande convivência com a família dos Duques de Aveiro. À frente, a ela voltaremos.

“Na ribeira do Lima fui nascido,
Na do Mondego e Tejo fui criado …”

Com 21 anos, em 1561, porém, e não se sabe porquê, sua vida deu uma grande volta. Queimou os seus escritos e resolveu-se pela vida religiosa.

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